Novamente tocamos na mesma tecla com um assunto que é interesse de todos, e que vem incomodando munícipes, por que pessoas que não são de Aquiraz e nem se quer residem aqui, querem humilhar pessoas que são? Ligia Chaves com o apadrinhamento de Fatima Catunda(PDT) que tem seu nome corgitado a uma vaga de vice de Ritelza Cabral(PCdoB), Faz uma política que é reflexo de 8(oito) anos de um governo retroativo, que tem um passado obscuro. Eu queria entender o por que continua essa pesseguição a funcionarios(tercerizados) de um orgão que se diz tão serio, estamos ciente da demissão de mais um funcionario, com somente uma explicação "você esta demitido por que esou sabendo que você não vai com minha cara", e faz reunião ameaçando demitir mais 3(três) funcionarios e ainda diz que tem o aval da pré candidata a prefeita Fatima Catunda(PDT). Cadê O secretario Evandro Leitão? o Governador? que não toma nenhuma posição com relação a isso. Isso é crime "De iniciativa de Chico Lopes, dep. est., PCdoB/CE.

lei de 2003. Dispõe sobre assédio moral no âmbito da administração pública do Ceará.

Assédio moral é a exposição dos trabalhadores e trabalhadoras a situações humilhantes e constrangedoras, repetitivas e prolongadas durante a jornada de trabalho e no exercício de suas funções, sendo mais comuns em relações hierárquicas autoritárias e assimétricas, em que predominam condutas negativas, relações desumanas e aéticas de longa duração, de um ou mais chefes dirigida a um ou mais subordinado(s), desestabilizando a relação da vítima com o ambiente de trabalho e a organização, forçando-o a desistir do emprego.

Caracteriza-se pela degradação deliberada das condições de trabalho em que prevalecem atitudes e condutas negativas dos chefes em relação a seus subordinados, constituindo uma experiência subjetiva que acarreta prejuízos práticos e emocionais para o trabalhador e a organização. A vítima escolhida é isolada do grupo sem explicações, passando a ser hostilizada, ridicularizada, inferiorizada, culpabilizada e desacreditada diante dos pares. Estes, por medo do desemprego e a vergonha de serem também humilhados associado ao estímulo constante à competitividade, rompem os laços afetivos com a vítima e, freqüentemente, reproduzem e reatualizam ações e atos do agressor no ambiente de trabalho, instaurando o ’pacto da tolerância e do silêncio’ no coletivo, enquanto a vitima vai gradativamente se desestabilizando e fragilizando, ’perdendo’ sua auto-estima.

A humilhação repetitiva e de longa duração interfere na vida do trabalhador e trabalhadora de modo direto, comprometendo sua identidade, dignidade e relações afetivas e sociais, ocasionando graves danos à saúde física e mental*, que podem evoluir para a incapacidade laborativa, desemprego ou mesmo a morte, constituindo um risco invisível, porém concreto, nas relações e condições de trabalho.

A violência moral no trabalho constitui um fenômeno internacional segundo levantamento recente da Organização Internacional do Trabalho (OIT) com diversos paises desenvolvidos. A pesquisa aponta para distúrbios da saúde mental relacionado com as condições de trabalho em países como Finlândia, Alemanha, Reino Unido, Polônia e Estados Unidos. As perspectivas são sombrias para as duas próximas décadas, pois segundo a OIT e Organização Mundial da Saúde, estas serão as décadas do ’mal estar na globalização", onde predominará depressões, angustias e outros danos psíquicos, relacionados com as novas políticas de gestão na organização de trabalho e que estão vinculadas as políticas neoliberais." (Fonte: Barreto, M. Uma Jornada de Humilhações. 2000 PUC/SP).